O instituto nasceu como um departamento de pesquisa dentro de uma agência de propaganda: a Popular Comunicação.

Corria o ano de 2001 e o poder de consumo das classes CDE, turbinado pelo Plano Real, tinha entrado no radar de profissionais de marketing que estavam enxergando o mercado com outros olhos.

Existia um novo brasileiro consumindo, além das classes AB 25+.

No âmbito internacional, o banco Goldman Sachs acabava de inventar a sigla BRIC para designar os países emergentes que eram as grandes apostas na época: Brasil, Rússia, Índia e China.

Quando surgiu no mercado, a Popular Comunicação era formada pelos sócios: Bá Assumpção João Augusto Palhares Neto, Wagner Sarnelli e Pública Comunicações (André Torreta e Elcio Mouco).

O departamento de pesquisa, que em setembro de 2002 se transformou no instituto Data Popular, foi idealizado e estruturado pelo Palhares, que até hoje continua como sócio-diretor.